
A celebrar 55 anos de presença inabalável entre os grandes nomes do luxo automóvel, a Range Rover eleva ainda mais a fasquia com o lançamento do SV Black, o modelo mais escuro, distinto e minimalista de sempre da marca britânica. Uma criação que se revela como uma espécie de “túnel sensorial”, onde cada detalhe foi meticulosamente pensado para envolver, acalmar e seduzir.
Sob o capot, respira-se força: 615 cavalos extraídos de um motor V8 de referência. Mas aqui, o poder não grita – sussurra com presença. A nova especificação SV Black revela-se como uma ode à subtileza: carroçaria integralmente revestida em Narvik Gloss Black, grelha escurecida, pinças de travão em preto polido e jantes de 23 polegadas com assinatura discreta. Tudo feito como se tivesse sido mergulhado num espelho líquido.
No interior, o ambiente é envolvente. O couro Ebony Near-Aniline com costura artesanal e perfurações exclusivas é apenas o início. Pela primeira vez, a Range Rover integra de série o Sensory Floor: um sistema háptico embutido no piso, que permite literalmente sentir a música sob os pés – como se o silêncio ganhasse textura. Este sistema combina-se com os bancos Body-and-Soul, que oferecem seis programas de bem-estar com efeitos fisiológicos comprovados, do relaxamento à revitalização.
A sonoridade? Assinada pelo Meridian Signature Surround, agora em sinergia com inteligência artificial que afina, em tempo real, a vibração e o volume, criando uma experiência imersiva sem paralelo no segmento.

E como toque final, os pneus. Os novos Pirelli P Zero, pioneiros em sustentabilidade, incorporam materiais reciclados e orgânicos, incluindo sílica de casca de arroz e borracha natural certificada FSC, num casamento perfeito entre performance, segurança e responsabilidade ambiental.
O Range Rover SV Black estará disponível para encomenda no final de 2025, com estreia marcada para o Goodwood Festival of Speed. Uma afirmação silenciosa, destinada àqueles que sabem que o verdadeiro luxo não precisa de se exibir – apenas de se sentir.
Artigo por Rui Reis


