Mont’Alegre (nos rótulos aparece Montalegre) são vinhos produzidos a partir de variedades nativas da região de Trás-os-Montes, originárias de vinhas de altitude plantadas em solos graníticos.
Francisco Gonçalves, enólogo natural de Montalegre, quis mostrar vinhos de altitude, com identidade transmontana, sem lhes retirar o cunho da terra, e assim nasceu a gama Mont’Alegre. São brancos com frescura, tintos com estrutura, rosés gastronómicos, clarete, vinhas velhas, reservas e grandes reservas. O estágio em altitude ajuda a afinar o perfil, trazendo equilíbrio, elegância e longevidade.
Mont’Alegre nasceu de uma ideia simples: levar Trás-os-Montes para a garrafa com o frio, a altitude e a personalidade de Montalegre, dando a conhecer uma região onde se fazem belíssimos vinhos, mas que ainda não tem o reconhecimento que merece, por parte de muitos enófilos.
Produzidos a partir de castas tradicionais de Trás-os-Montes, vindas de vinhas em solos de predominância granítica e em altitudes elevadas, acima dos 650 metros, depois da vinificação, a marca tira partido das condições naturais de Montalegre para o estágio e envelhecimento, onde a altitude contribui para frescura, equilíbrio e elegância.
Francisco Gonçalves é, também, um produtor com ambição de futuro. O projeto tem vindo a reforçar a ligação à vila de Montalegre e à ideia de vinho de altitude, incluindo a plantação de vinha própria numa das zonas mais altas do país. É um nome para acompanhar de perto, especialmente para quem valoriza vinhos portugueses com origem, altitude e personalidade.
Dentro da gama de 16 vinhos destacamos o Montalegre Clássico branco (7,50€) e o Montalegre Grande Reserva tinto 2015 (43,50€).


