
A Audi acaba de reforçar a gama Q5 com duas novas versões híbridas plug-in, disponíveis tanto no formato SUV como Sportback, que conjugam a elegância da mobilidade elétrica com a segurança da tração integral quattro e a versatilidade de um verdadeiro veículo para o dia a dia. Com potências de 220 kW (299 cv) e 270 kW (367 cv), os novos Q5 e-hybrid são propostos com uma autonomia elétrica de até 100 km (WLTP), o que os posiciona entre os líderes do segmento.
O sistema de propulsão combina o motor 2.0 TFSI (185 kW) com um motor elétrico síncrono de 105 kW, integrado na caixa automática de dupla embraiagem S tronic de sete velocidades. Na versão mais potente, o binário atinge os 500 Nm, permitindo uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,1 segundos.

Um dos destaques técnicos está na nova bateria de alta voltagem, com 25,9 kWh de capacidade total (20,7 kWh úteis), um aumento de 45% face à geração anterior. Com tecnologia cell-to-pack, as 102 células prismáticas estão dispostas em dois níveis para otimizar o espaço e a densidade energética. O carregamento trifásico até 11 kW permite recuperar a carga total em cerca de 2,5 horas.
A regeneração de energia também foi significativamente melhorada, com a travagem regenerativa ajustável em três níveis diretamente nas patilhas do volante, uma funcionalidade útil tanto em condução urbana como em troços sinuosos. Em desaceleração, o sistema pode recuperar até 88 kW, e mais de 90% das travagens do dia a dia são absorvidas pelo sistema elétrico, minimizando o uso dos travões hidráulicos.

O equipamento de série é generoso: suspensão pneumática adaptativa em ambas as versões, bancos em couro sintético na versão de 220 kW e faróis LED Matrix, jantes de 19 polegadas e o novo monitor MMI para o passageiro dianteiro na de 270 kW. A bagageira oferece até 1.358 litros (SUV) ou 1.300 litros (Sportback) com os bancos rebatidos.
Com comercialização prevista para o verão de 2025, os novos Audi Q5 e-hybrid representam uma síntese exemplar entre desempenho, tecnologia e eficiência energética, mantendo a qualidade e o requinte a que a marca de Ingolstadt já nos habituou.
Artigo por Rui Reis
