
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo apresenta a nova colheita 2025 do Quinta Nova Rosé, um vinho de grande carácter, precisão e sofisticação.
Fruto de um ano vitícola marcado pelo equilíbrio entre maturação e frescura, o Quinta Nova Rosé 2025 expressa exactamente essas características.
Produzido no coração do Cima Corgo, este rosé nasce de uma seleção de uvas das castas Tinta Roriz (50%), Tinta Francisca (30%) e Touriga Franca (20%), cultivadas em solos xistosos e vindimadas manualmente. O resultado é um vinho que alia a identidade do Douro a uma abordagem contemporânea e muito elegante.
Sob a direção do enólogo António Bastos (com a colaboração do produtor italiano Riccardo Cotarella), o Quinta Nova Rosé 2025 segue uma filosofia de vinificação inspirada nos grandes rosés da Provença (a técnica de prensagem é semelhante), com cacho inteiro, preservando pureza aromática e delicadeza.
Parte do lote fermentou e estagiou em barricas usadas de carvalho francês (50%), enquanto outra evoluiu em cubas de cimento (25%) e a restante em depósitos de aço inoxidável (25%). Apresenta aromas elegantes e expressivos, onde se destacam notas de fruta vermelha fresca e sugestões de nuances florais. Na boca, apresenta uma estrutura firme e linear, marcada por uma mineralidade evidente e uma acidez vibrante. O estágio em barrica usada acrescenta profundidade e complexidade, enquanto o cimento evidencia frescura e uma textura dinâmica. É um vinho pensado para apreciadores exigentes, que procuram mais do que leveza , procuram identidade e profundidade.
Com uma produção limitada a 32.000 garrafas e engarrafamento em Janeiro de 2026, o Quinta Nova Rosé 2025 é um fantástico vinho rosé do Douro, um bom parceiro para a mesa, um vinho para recordar, partilhar e revisitar.
Quinta Nova Rosé 2025
15,50€ | Álc. 13,5% | Acid. Tot. ?| pH ?| Açu. resid. ? gr/l |32 000 grfs
Sobre a Quinta Nova
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo situa-se na sub-região do Cima Corgo, e os seus 120 hectares abraçam a margem direita do rio
Douro – tradicionalmente mais solarenga e também mais valorizada – ao longo de 1,5 km, com uma mancha única de 85 hectares de vinha enquadrada no património mundial da UNESCO. Referenciada desde a primeira demarcação pombalina, em 1756, esta é uma quinta secular detentora de um terroir único e especial. Propriedade da Casa Real Portuguesa até 1725, tornou-se uma “quinta nova” pela junção de duas quintas numa só. Durante os séculos XVIII e XIX, viveram aqui várias famílias portuguesas que deram vida à vinha e ao vinho, aos pomares de fruta (que, vedados por muros altos, eram uma das riquezas da propriedade, ainda hoje harmoniosamente enquadrados nos patamares de vinhas), à azenha junto ao antigo olival e à ribeira que atravessa a quinta, numa época importante na agricultura de subsistência do Douro. Data também de 1764 a adega, uma das mais antigas do Douro, um conjunto de edifícios tradicionais com largas portas de madeira por onde, no passado, passavam as pipas de Vinho do Porto para os carros de bois. Hoje artística e magnificamente modernizada e acrescentada é um exemplo para a região.
Logo ao lado, a casa senhorial oitocentista (que hoje dá lugar à Winery House da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, membro da Relais & Châteaux, a única unidade a integrar a cadeia internacional no Douro), com a capela que data de 1765. A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo Winery House tem 11 quartos, um restaurante – o Terraçu’s –, e muitos outros recantos únicos.
