Se “à meia dúzia é melhor”, são outros tantos os vinhos rosé, de várias regiões de Portugal que aconselhamos para acompanhar, neste Verão. comidinhas leves como grelhados e saladas.
O Verão de 2026 está à porta, e com o sol e o calor regressam também a melhor companhia no copo: os leves e refrescantes vinhos rosé. São várias as sugestões, leves e refrescantes, que aqui deixamos.
Comecemos pelo Douro, mais propriamente pela Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, que traz de volta a úitima vindima do Quinta Nova Rosé. Com uma boa complexidade, frescura e textura, os aromas deste vinho revelam-se elegantes e complexos, com leves toques de frutos vermelhos frescos.
Continuemos pelo Douro: nas várias quintas da Lavradores de Feitoria, as uvas na vindima 2025, deram origem a um novo rosé, o Altitude. Vinhas com cerca de 20 anos das sub-regiões do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, surge o Lavra Altitude 2025, usando Touriga Franca e blend de castas autóctones. Criado pelo enólogo Paulo Ruão, este vinho, de perfil jovem, fresco e frutado, é um vinho descomplicado, perfeito para as refeições descontraídas de verão.
A cerca de 1 hora de Lisboa, está a Quinta de Chocapalha, de onde vêm os vinhos Chocapalha Reserva Rosé e o Mar da Palha. Ambos produzidos em vinhas com mais de 25 anos de idade, em cordão bilateral, resultam em produtos com o equilíbrio ideal entre a intensidade e a frescura.
O Chocapalha Reserva Rosé, obtido através da prensagem direta, fermentado em barricas de carvalho francês e com um período de estágio em borras finas de cinco meses, este vinho adquire uma cor brilhante e chamativa. Os aromas intensos a laranja, framboesa e bergamota, resultam num sabor e uma textura suave e um final fresco.
Já o Mar da Palha 2025 passou por um processo de fermentação em cubas de inox e baixas temperaturas para dar origem à cor salmão brilhante. Na prova, este vinho da Touriga Nacional e da Tinta Roriz mostra uma boca persistente e intensa, com as notas florais e de frutos vermelhos.
A Casa da Passarella, na Região do Dão, pelas mãos do enólogo Paulo Nunes, traz, também, de volta os seus imperdíveis vinhos rosé: O Fugitivo Rosado e A Descoberta Rosado, vindos da sub-região da Serra da Estrela, aproveitando o clima de montanha e o solo de tipo granítico para dar origem a dois históricos vinhos.
O Fugitivo foi originalmente pensado por Hellis, um enólogo francês que encontrou em Portugal um refúgio da II Guerra Mundial. Quase 100 anos depois, este clássico segue uma técnica de prensagem de uva inteira direta e de estágio em barrica de 500 litros durante um período de seis meses. Todo esse processo dá origem a um cor-de-rosa atraente, um aroma sereno e elegante, mas de excelente complexidade. As nuances florais juntam-se às sugestões de frutos como alperce, framboesa, romã e morango.
Já o Descoberta Rosado deve o seu nome vindo da misteriosa caixa encontrada em meados do séc. XX no interior de uma parede da Casa da Passarella. Com a sua vinificação em bica aberta e a fermentação num ambiente de temperatura controlada, adquire a sua cor salmão e o seu sabor com um perfeito equilíbrio entre a frescura e a acidez vibrante. Os aromas são, essencialmente, de frutas exóticas como o maracujá ou a manga, mas existem também pequenos toques de cereja e um final de boca refrescante e de longa duração, que lhe confere uma identidade bastante própria.

PVP’s recomendados:
Quinta Nova Rosé 25 – 15,33€
Lavra Altitude Rosé – 9,99€
Quinta Chocapalha Rosé 2025 – 18,99€
Mar da Palha Rosé 2025 – 8,15€
A Descoberta Rosado2025 – 7,05€
O Fugitivo 2025 – 31,80€
