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PEGADA ECOLÓGICA: A MUDANÇA

Já ouviu falar desta pegada? É a mais importante de todas.

A pegada ecológica é a métrica que mede a relação entre os recursos produzidos pela natureza e o consumo humano. Em 2018, Portugal esteve em 66º lugar no ranking mundial do indicador da pegada.

Ao longo dos anos, temos visto várias mudanças em prol do ambiente. As alterações climáticas são apenas um sintoma que indica o fim do nosso planeta, se não mudarmos os nossos hábitos.

Marcas como a Pringles, a McDonalds, o Sushi at Home, e o Ikea já fazem por marcar a diferença, mesmo que seja aos poucos.

A Pringles anunciou que vai mudar a famosa caixa. A ideia é tentar manter o design, e a estrutura pop up, mas tudo com material reciclável. O resultado ainda não foi anunciado, mas será brevemente.

Em relação ao McDonalds, se gosta de lá ir, certamente já reparou que houve uma mudança nas palhinhas. O plástico desapareceu para dar lugar ao papel reciclado. A ideia é reduzir ao máximo os produtos que causam poluição.

O mesmo acontece com o Sushi at Home. As caixas que traziam o sushi até nossa casa são agora feitas de cartão reciclável para que se poupe em recursos. 

No caso do Ikea é na comida que eles marcam a diferença.  A nova almôndega de proteína vegetal tem o mesmo aspeto, a mesma textura, mas tem apenas 4% da pegada ecológica. Uma alternativa sustentável sem perder sabor.

Os supermercados também já aderiram a este movimento. Abandonaram os sacos de plástico, e procuraram alternativas como os sacos reutilizáveis ou de papel reciclável. Todos estes fatores contam para a redução em massa do plástico, uma das maiores toxinas para o nosso mundo.

As pequenas mudanças podem ser o início de um grande passo. A urgência em sensibilizar as pessoas para esta causa, nunca foi tão importante!

O mundo como o conhecemos está a mudar. Na altura do confinamento foi possível provar que sem o consumo exagerado do homem, a poluição diminui drasticamente.

As marcas que consumimos de forma rotineira já estão a fazer o papel delas. Não se esqueça de fazer o seu.

Este artigo foi escrito por Marta Pereira Laranjeira