JÁ OUVIU A NOVA VERSÃO DE “PORCELAIN” (MOBY)? É INCRÍVEL

O MONVERDE HOTEL É PERFEITO PARA DESCONFINAR (E BEBER VINHO)
6 de Abril, 2021
TOMMY HILFIGER CELEBRA COMUNIDADE NEGRA
6 de Abril, 2021

JÁ OUVIU A NOVA VERSÃO DE “PORCELAIN” (MOBY)? É INCRÍVEL

O artista nova iorquino lançou uma nova versão do icónico single de 1998

Apesar de em “Whitout Me” (2002) Eminem se dirigir a Moby com enorme prepotência e desprezo dizendo: “Seu velho de 36 anos careca, desparece, ninguém quer saber, já ninguém ouve techno”, a verdade é que Moby é e será sempre respeitado pela sua música e pelo fantástico álbum lançado em 1998: “Moby.Play”.

No seu reportório contam-se grandes êxitos como “Why Does My Heart Feel So Bad?” que, em Portugal, a Super Bock fez questão de imortalizar num dos seus muitos espetaculares anúncios. Também “Extreme Ways” ficará para sempre na nossa memória, nem que seja pelo filme “Jason Bourne”. Aquele final em que Matt Damon se despede até uma próxima jamais será esquecido.

Agora, passados 23 anos do seu lançamento”, Moby lança uma nova versão.

Aquele som orquestral que nos deixa suspensos nos nossos pensamentos e que jamais deixará de ser apreciado regressa numa nova forma, mas com a mesma simplicidade com que sempre nos abraçou.

No lançamento desta nova versão, Moby deixou um pequeno testemunho sobre a criação desta faixa. Confessou que todo o arranjo musical teve origem num gigantesco desgosto amoroso. Num daqueles desgostos que não se conseguem explicar. E em que só há uma maneira de os ultrapassar. Através da expressão artística.

O artista nova iorquino disse que o objetivo era colocar toda a tristeza numa melodia simples e despretensiosa que pudesse, afinal de contas, trazer alguma réstia de esperança. Uma luz ao fundo do túnel para ultrapassar a amargura.

“Nunca te quis magoar, nunca te quis mentir. Mas agora despedimo-nos”. Foi assim que Moby encontro consolo para o desgosto que agora “partilha”, numa nova versão com a orquestra sinfónica húngara e o vocalista dos “My Morning Jacket”, Jim James.

Para ouvir e voltar a ouvir e ouvir uma outra vez. Fique com a faixa em baixo.

Artigo escrito por Bernardo Lemos