CABEÇA DE TOIRO: UM VINHO RICO EM TRADIÇÃO

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CABEÇA DE TOIRO: UM VINHO RICO EM TRADIÇÃO

O nome Cabeça de Toiro surge da tradição do Toiro bravo típico da região do Ribatejo (Tejo).

O primeiro lançamento da marca decorreu em 1996, com a colheita de 1991.

Foi o primeiro Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada (VQPRD) Santarém e tinha um objetivo de vendas de 30 mil garrafas, suportado numa campanha publicitária com a assinatura: ‘Pegue este toiro pelo gargalo’.

A partir da colheita de 1997, a marca passa a ostentar a designação DOC Ribatejo e atinge vendas de 60 mil unidades, em 2020.

Em 2008, é lançada a colheita de 2005 com nova imagem, tal como hoje a conhecemos, na sequência do “rebranding” da marca. As vendas disparam e medalhas e pontuações altas nos principais concursos internacionais e revistas começam a aparecer.

Em 2014, com a campanha publicitária “Atitude Girl”, são lançadas as referências Reserva Branco e Grande Reserva Tinto. As vendas continuam a subir e atingem, em 2019, as 630.000 unidades.

 As uvas que dão origem ao Cabeça de Toiro provêm de uma área de 130 hectares de vinha, instalada na Quinta de São João Batista, região vitivinícola do Tejo, localizada na Sub-Região do Bairro e está inserida na Reserva Natural do Paul do Boquilobo considerada desde 1981 pela UNESCO como Reserva da Biosfera.

As castas plantadas dividem-se entre castas tradicionais portuguesas e internacionais. Das castas portuguesas destaca se Fernão Pires, Castelão, Trincadeira Preta, Touriga Nacional e Touriga Franca e nas castas internacionais Chardonnay, Sauvignon Blanc, Syrah, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon;

A sustentabilidade ambiental e a biodiversidade são fatores de competitividade e de criação de valor para os nossos vinhos e estão sempre presentes na Quinta de S. João Batista.

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