BELENENSES SAD PERDE 7-0 COM O BENFICA NUM JOGO QUE NÃO CHEGOU AOS 90 MINUTOS

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BELENENSES SAD PERDE 7-0 COM O BENFICA NUM JOGO QUE NÃO CHEGOU AOS 90 MINUTOS

Imagens Sky Sports

Num jogo que muitos apelidaram de lamentável a todos os níveis, a formação do Belenenses SAD foi obrigada a terminar o jogo logo após o início da segunda parte, quando o guarda-redes, que estava a fazer de jogador de campo desde o primeiro minuto, lesionou-se e deixou de haver número mínimo previsto pelos regulamentos (6) para o jogo prosseguir.

Foi um dia negro para o futebol nacional. As palavras são do Presidente do Benfica, Rui Costa, que lamentava assim o sucedido no Jamor e a obrigatoriedade de o Clube da Luz cumprir os regulamentos e entrar no jogo. Já para Rui Pedro Soares, Presidente do Belenenses SAD, que saiu do campo em lágrimas ao intervalo, “o que aconteceu hoje foi uma grande vergonha, não há regulamento e calendário que justifiquem o que aconteceu”.

A história não é fácil de contar em poucas palavras. Face a um surto de covid-19, o Belenenses SAD têm pelo menos 17 elementos infetados – mais de metade de jogadores –, entre os quais o treinador Filipe Cândido. A juntar a isso, há também atletas em isolamento. Depois de recusado o pedido de adiamento da partida, o Belenenses SAD só conseguiu fazer entrar em campo 9 jogadores (os regulamentos impõem um limite mínimo de 7). Desses nove, quatro só haviam jogado pelos sub-23 e dois eram guarda-redes, cabendo a um deles descalçar as luvas e atuar como jogador de campo.  

Para ajudar à “festa”, o jogo praticamente começou com um auto-golo de um jogador dos azuis. Depois, bem depois foi o natural descalabro, com os benquistas a dominarem por completo uma partida desigual e que, até para os encarnados, nunca devia ter começado. Logo após o intervalo, Diogo Calila e António Montez ficaram nos balneários. O árbitro Manuel Mota reiniciou o jogo e João Monteiro deitou-se no chão e mostrou-se incapaz de continuar. Com seis jogadores, o jogo teve de ser terminado. O resultado, 7-0 para os encarnados, foi o menos importante, numa partida que relança a polémica no futebol nacional e que teve repercussões aquém e além fronteiras.

Texto escrito por Rui Reis

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